De A a Z, tudo se pode fazer DE OUTRA MANEIRA...

Estou a ver-me com a minha Mãe, ela com o livro da conjugação dos verbos em francês, de capa preta, e eu lá ia recitando todo aquele rol na véspera do ponto enquanto ela ia assentando com a cabeça e dizia "muito bem". Devia eu ter uns 14 ou 15 anos. Para a Mãe era muito importante que eu soubesse falar bem francês

Sugestões

outono

Outono

A luz torna-se suave. A natureza transforma-se.
É preciso estar atento e não perder este espectáculo cuja entrada é gratuita e a qualidade garantida. Basta abrir os olhos e olhar em volta.

Isabel Almasqué

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Minnie FreudenthalIsabel AlmasquéAntónio Barros VelosoJoão Pina CabralYvette CentenoEliane PerinJosé Luis Vaz CarneiroCristina GonçalvesRui Barreto


Estávamos à frente de uma grande lage que bloqueava por completo o estreito caminho. Trilok meteu a mão numa pequena fenda quase imperceptível e a pesada pedra rodou silenciosamente como por milagre, desimpedindo o caminho.

A ilha apareceu subitamente na pequena janela suja do avião, enormes rochedos negros a erguerem-se abruptamente do mar, a vegetação luxuriante, os altíssimos picos apenas perceptíveis no meio das nuvens. O pesado hidroavião Catalina da Indian Air Force descreveu um largo circulo e pousou no mar agitado e escuro

Houve um tempo em que os editores, além de publicar livros, preparavam, em certas ocasiões, plaquettes, como esta intitulada ALGOL em que pediam aos poetas que escolhessem treze inéditos, como foi o caso, para uma tiragem numerada especial. Arrumando papéis encontrei uma dessas plaquettes, de 1978, com um desenho do

Após 12 anos de instabilidade e conflito regional, sem qualquer regime democrático resultante e depois de uma despesa de 4 triliões de dólares, é evidente o falhanço dos EUA na invasão do Iraque. Esta é a tradução da frase com que começa um artigo publicado numa revista de grande circulação

Num livrinho publicado nos anos cinquenta *, a finalidade dos Mutantes é a conquista do mundo. Donos dum conhecimento científico-tecnológico prodigioso, invadem o mercado com bens de consumo indestrutíveis, de duração ilimitada. O primeiro a aparecer foi uma lâmina de barbear que nunca era preciso afiar. A seguir foi uma

Na encruzilhada de leituras surgem terrenos baldios onde ideias antigas e novas ganham espaço para se misturarem e criar algo inesperado. Para aqueles habituados a trabalhar com os macroproblemas do mundo as soluções são agora difíceis de imaginar. Basta lembrar que nos dias de hoje existem, diariamente, 200 milhões de seres

É na subida que vemos o jardim. Estende-se rente à terra. Dum lado, até se perder nos pinheiros redondos enroscados na encosta da serra, ou num pinheiral de duna que aguenta as salinas. Do outro lado, o jardim, desfaz-se na areia que embala o mar uma vida inteira.

O primeiro humanóide, o Australopiteco, apareceu na Terra há 4 milhões de anos. A curva da evolução foi muito lenta e o Homo Sapiens só surgiu há 400 mil anos atrás. Só há cerca de 6000 anos que o homem deixou de vaguear pela terra como nómada -caçador - colector

Há 25 anos coordenei uma equipe de 6 pessoas que fizeram um levantamento relacionado com o património arquitectónico, para a Câmara Municipal de Lisboa. Como o trabalho era remunerado, foi necessário fazer um contrato de prestação de serviços com a Câmara. Nesse sentido, em data e hora determinadas, a totalidade

Vamos então sair da zona de conforto. Fizemos o briefing e o maior desafio é: Comer carne todos os dias às três refeições. Perguntei se tinham arroz, parece que sim mas o guia não me pareceu convincente, nada cresce neste país. No Inverno as temperaturas andam abaixo de 40 graus negativos. Pelo

Em nome de quê? Como se o tempo os tivesse a todos engolido em pó, de Guerra. Estes encontros, estas caras, do horror não falavam. Não desejavam, nem criaram o medo que desconheciam. Ao olhar, aperta-se-me o peito mesmo a meio da incompreensão de Políticas devastadoras. O que deixou estes sorrisos, choros, raivas e tristezas enterrados no pó, de Guerra? Em nome de quê?

Sem visitar o delta do Mekong, o Vietname parecia incompleto. Depois de tantos anos os fantasmas de Apocalypse Now ainda pairam bem vivos na nossa imaginação. Como nada estava planeado usámos uma referência do Routard de uma agência de viagem local gerida pelo simpático e eficaz Robert Tràn, dono

Estou a ver-me com a minha Mãe, ela com o livro da conjugação dos verbos em francês, de capa preta, e eu lá ia recitando todo aquele rol na véspera do ponto enquanto ela ia assentando com a cabeça e dizia "muito bem". Devia eu ter uns 14 ou 15

Para mim, outono é sinal de calma e tranquilidade. Já esquecemos os calores excessivos do verão que nos excitam e nos deixam exaustos e ainda não chegaram as agruras do inverno cujo frio e sobretudo a chuva nos deixam tristes e melancólicos. O outono, pelo contrário, é doce e morno,

Em nome de quê? Como se o tempo os tivesse a todos engolido em pó, de Guerra. Estes encontros, estas caras, do horror não falavam. Não desejavam, nem criaram o medo que desconheciam. Ao olhar, aperta-se-me o peito mesmo a meio da incompreensão de Políticas devastadoras. O que deixou estes sorrisos, choros, raivas e tristezas enterrados no pó, de Guerra? Em nome de quê?