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Glemseck ficou na minha memória como um cartoon colorido, divertido e exótico que se abria aos meus olhos e sentidos depois de uma hora de caminhada solitária pela floresta de Leonberg. Instalados no simpático e confortável Relexa

O meu fascínio com os aviões começou muito cedo. Era um miúdo sempre doente e acabava por passar longos períodos com os meus avós na aldeia, o único sítio onde não tinha asma. Na aldeia havia um piloto

"Um desfile da humanidade por baixo dum beijo de bronze". St. Pancras, ali no coração da chegada a Londres, convida a uma pausa no encontro com a escultura de bronze The Meeting Place de Paul Day. Esta

Entre o nosso hotel e o centro da cidade corre o Danúbio. Que lugar melhor para parar e deixar os olhos flutuar na corrente? Olhar as pessoas da cidade na sua relação com o rio: um

A zona mais divertida de graffitis de Nova Iorque. Em 1983 o senhorio não nos renovou o contrato do loft onde vivíamos. Demasiadas visitas de amigos, as manchas que a Joana tinha feito com a bicicleta

No escuro vazio daquela sala negra do museu, peritos em Arte e Arqueologia discutiam o futuro de Palmyra. Reconstruir? Respeitar as cicatrizes? O que fazer? Palmyra está suspensa no do tempo. Passado e futuro esmagados pelo presente destrutivo. Quantos

Fomos a Montlhéry por causa do Paul. O site de motos mais interessante que conheço é, de longe, o The Vintangent publicado pelo Paul D’Orleans. Quando acabámos de fazer o nosso filme Salt Fever, peguei num envelope e

Are you surprised? You didn’t know this about her? You have been old friends and you are still discovering her. Like a city we love. Both, you and the city, change. What do you look in her for

Seguindo o rio a montante, vamos saindo da cidade novecentista e chegando aos bairros periféricos construídos durante o longo, e nem sempre infeliz, período soviético. Entramos num bairro estruturado por boulevards florestados e por pequenos

Noutra ocasião—porque eu estou a misturar duas visitas, ambas encantadoras, afastadas por um ano de distância—passeando mais uma vez entre as casas dos mercadores novecentistas, seguimos os tubos enferrujados da conduta de gaz do período soviético.

No dia seguinte, queremos passar o rio para norte, mas caímos por acaso na feira da ladra de Tbilisi. A mistura de tempos e a confusão de regimes económicos encanta-nos imediatamente. Uma série de carros estacionados

Há pequenas joias nos museus que nos surpreendem. Foi o caso duma inesperada coleção de caixas de rapé exposta numa sala do Museu de Cerâmica de Kyoto. O hábito de cheirar rapé ou tabaco moído, parece ter

A primeira vez que fui a San Diego foi em 1986, quando atravessei os Estados Unidos de mota com a Minnie. A ida a San Diego, o ponto mais distante de Nova Iorque a que chegámos, foi

Cidade de muitas caras a meio da História. Como todas as cidades históricas, Tbilisi não foi feita para olhar o seu próprio umbigo. Pelo contrário, a cidade é o exemplo paradigmático do encontro da Ásia com a

Mergulhado na vitrine do museu o olho da máquina enquadrava as pequenas figurinhas. Miniaturas de cérebros tabulados, tudo dividido e catalogado. Enquanto isso, o olho médico dialogava com os primórdios da neurociência. De onde vem o que nos faz

Se nos países de tradição católica se pode mapear uma viagem saltitando de igreja em igreja, no Japão, são os templos e santuários que se oferecem como maravilhosos pontos de pausa e descoberta. Vindos do Riokan Sanga

Foi o pai do Gunther que nos levou lá. Num canto sombrio dos magníficos jardins do Palácio Mirabell em Salzburg, encontrámos esta colecção de estranhas criaturas dispostas em semi-círculo. Eram, obviamente, uma colecção, mas o

Quase que escondido atrás da Pirâmide de Cestius, encontrámos o cemitério não católico de Roma. O sol aquecia a caminhada para lá chegar e a frescura do cemitério foi benvinda. É um local encantador de altos

Ainda em Roma, depois dos rosas e dourados da casa de Mussolini, continuando nos domínios da família Torlonia, abrem-se transparências coloridas nos vidros das janelas e das portas do velho “chalêt suisso”, construído nos limites

O Quartiere Coppede não faz parte, felizmente, do trajeto habitual dos autocarros de turistas. Este surpreendente quarteirão foi desenhado por Gino Coppede, um arquiteto nascido em Florença em 1866, conhecido pelos exuberantes elementos decorativos da sua