De A a Z, tudo se pode fazer DE OUTRA MANEIRA...
 

Escola de consciência planetária

Sabia que se extinguem, por dia, cerca de 350 espécies de animais? Também fiquei espantado com esta informação, que só por si prova que novas mentalidades e alternativas têm de ser exploradas. Existem vários caminhos, iniciativas e consciências que merecem atenção, mas hoje venho-vos falar da Velatropa, escola de consciência planetária.

Esta organização localiza-se em Garopaba, estado de Santa Catarina, Brasil, num lugar cuidado, transmissor de muita calma e paz, em vários sentidos. Aqui decorrem vários tipos de eventos, todos eles na linha do aperfeiçoamento do próprio Ser, tentando trazer à terra uma forma de estar mais consciente, com maior controle e desenvolvimento das suas capacidades. Ao mesmo tempo, em maior conexão e harmonia com o nosso Planeta, por sua vez com o Universo.

Alimentação Vegana, Yoga, Meditação, Permacultura, Agrofloresta são algumas das vertentes exploradas e incentivadas neste espaço, na reunião destas pessoas com tantos encantos.

Outro exemplo de actividade neste local, é a mandala de troca de alimentos, evento frequente que promove o consumo consciente de alimentos orgânicos, assim como a ajuda e incentivo ao produtor local.

Uma mandala de música, de alegria, de amor, de pessoas. Um arco-íris para os olhos, e para o coração.

Esta escola rege-se pela lei do tempo, o calendário Maia das 13 luas de 28 dias, sincronizado também com o ciclo ovulatório da mulher. Também, nesta escola, se vive a música à flor da pele, surgindo em vários seguimentos naturais.

É emergente o surgimento deste tipo de iniciativas, pois como vemos a humanidade está em grande crise e possível colapso, tornando-se necessário um despertar individual do colectivo.

Rui Barreto
Abril, 2015

Partilhar
Escrito por

'Livre e Radical, com tecnologia para partilhá-lho!' Estudante Universitário na área da Gestão; Amante do surf e skate, youtuber de longa data; recentemente consciencializado para a sustentabilidade, motivado pela permacultura e agroecologia.

Sem comentários

COMENTAR