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Memórias de Antropólogo

Memórias de Antropólogo é um podcast onde se contam alguns dos eventos e encontros que, por causarem perplexidade e pedirem uma resposta, acabaram por dar forma à vida de um etnógrafo, desde África a Inglaterra passando pelo Minho, Brasil e sul da China.
João de Pina Cabral


Podcast 1

Como a antropologia me descobriu

Tudo começou em 1972 em Johannesburgo, África do Sul. Perante a brutalidade do racismo institucional e com a descoberta inesperada de que, afinal, ser português era mais complicado do que parecia, encontrei na ciência antropológica uma resposta tanto racional como emotiva.


Podcast 2

Como perder Deus por um baptizado

Aqui se revela um pouco da pre-história do percurso.  Perante a diferença de costumes que caracterizava a sociedade colonial moçambicana, qual seriam os limites da ética? Haverá mesmo um avaliador moral único? Essa era a perplexidade que me roía quando, como jovem, me vi envolvido com as implicações inesperadas de um baptizado.


Podcast 3

Sem braços na rada de Macau

Aparecem nas águas de Macau os restos de uma mulher, sem cabeça, sem braços, e sem pernas. O velho problema de Macau re-emerge sempre porque a diferença de valores não se esvaiu: como fazer justiça que faça sentido para quem a recebe? Que é isso de família, então, se os valores divergem?


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Escrito por

Antropólogo social, Investigador Coordenador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Foi Presidente da Associação Europeia de Antropólogos Sociais entre 2003 e 2005. Entre muitas outras obras é autor de Between China and Europe: Person, Culture and Emotion in Macao. Continuum/Berg, Nova Iorque, 2002 e co-editor com Frances Pine de On the Margins of Religion, Berghahn, Oxford, 2007.

Últimos comentários
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    Mas que boa ideia. Vamos acompanhando-te e ouvindo a tua voz… e matando saudades.
    Teresa

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    Queremos mais! Que bela ideia.

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    É claro que eu ia gostar…

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    Gostei. Podes publicar mais…

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    Já ouvi dois podcasts e achei-os extraordinários!

    Não só o conteúdo é riquíssimo, simples mas cheio de pormenores (que memória, Deus meu!) e profundo, como tu és muito bom contador de histórias. Podia ficar horas a ouvir-te. Aliás, espero ficar, aguardo realmente os próximos episódios.

    Tu tens algo muito especial, que é a tua alegria: como é possível um homem com tanto pensamento crítico lançar sobre as grandes e pequenas coisas do mundo um olhar tão benigno, tão interessado, solidário, compassivo? Isso é muito bonito. E ver como a tua fome de interpretar o mundo te acompanha desde criança.

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